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Instalando o PHP 7 no Mac OS X

Olá leitores tudo bem? Hoje explicarei como você pode instalar o php 7 no seu macbook de forma simples e rápida. Então vamos lá. Primeiramente abra o terminal e verifique a versão do php instalado na sua máquina digitando a seguinte linha: [crayon-58dda2586e974175900811/] Se você não chegou a instalar nenhuma outra versão do php no seu computador. A versão default que já vem com o El Captain é a 5.5.36, conforme vemos na imagem abaixo. Além do que, o Mac OS X não disponibiliza nativamente uma forma de se atualizar o php para outra versão. Então vamos lá. Abra o terminal e digite a seguinte linha de comando. [crayon-58dda2586e988675318116/] Perceba que o instalador reconheceu corretamente a versão do seu sistema operacional. Digite a sua senha quando pedido. Observe que o php 7 será instalado no diretório /usr/local. Agora aguarde até que sejam feitos os downloads dos pacotes. Terminado o processo, o php 7 já está sendo reconhecido pelo apache. Perceba que o próprio instalador reiniciou o servidor e fez o teste do arquivo de configuração. Agora o teste final é você criar um arquivo chamado, por exemplo, teste.php no diretório /Library/WebServer/Documents e neste arquivo colocar as seguintes instruções: [crayon-58dda2586e992392498816/] Agora abra o seu navegador e no campo endereço colocar: [crayon-58dda2586e999993749592/] Esta é a tela que deve aparecer para você. Por último ... se você digitar o novamente no terminal o comando: [crayon-58dda2586e9a1817383167/] Ainda aparecerá a indicação de que a versão do php é a 5.5.36. Para corrigir isto basta você criar ou editar o arquivo .profile e adicionar a seguinte linha no final: [crayon-58dda2586e9a8003395797/] Salve o arquivo e no terminal digite o seguinte comando para que a mudança seja considerada. [crayon-58dda2586e9af959076888/] Teste a versão do php novamente. Agora você deverá obter a seguinte tela.   Pronto!!! Abraços a todos.    

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CSS3
70%
WORDPRESS
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PHP
80%
JQUERY
75%
Virtualizando Linux no Mac1
Virtualizando Linux no Mac

1. Introdução Virtualizar entre outras palavras é o ato de executar um determinado sistema operacional dentro de outro sistema operacional. É muito comum empresas que oferecem serviços de hospedagem de sites oferecerem aos seus clientes a opção de virtualização. Uma outra grande vantagem em se virtualizar está no fato de que para rodarmos várias instâncias de sistemas operacionais, não precisarmos de computadores separados para cada uma dela. Tenho utilizando virtualização a muito tempo. No meu caso, utilizo para estudos pessoais e para usos profissionais. Atualmente utilizo como sistema operacional principal o El Captain da Apple. Mas devidos às minhas tarefas, muitas vezes preciso ter em mãos uma instalação do Linux e também do Windows. Então a minha solução, foi utilizar virtualização. Para computadores da Apple, existem três principais opções de se trabalhar com virtualização, são elas: VirtualBox VMware Parallels Das três opções, a única que é gratuita é o VirtualBox. Atualmente o VirtualBox é mantido pela Oracle e você pode encontrar informações do produto neste link. Se você tem interesse em conhecer ou utilizar o VMware então acesse este link para obter maiores informações. Neste artigo, explicarei como foi o processo de criação de uma máquina virtual utilizando o Parallels, que é o meu programa favorito. O Parallels, na minha opinião, é a melhor solução para virtualização para a plataforma Mac OS X. Muito embora, seja um aplicativo pago, vale muito o investimento. Neste link você encontrará maiores informações sobre o produto. Atualmente o Parallels está na versão 12, já preparado para a próxima versão do Mac OS X, que se chamará macOS Sierra. Utilizo este programa desde a versão 8 que adquiri em 2013 por conta do projeto que desenvolvi no meu mestrado onde precisava utilizar o Windows para construir o software da minha dissertação. Além do Windows, também mantinha uma instância de virtualização do Linux Ubuntu versão 14.04 e sempre funcionou maravilhosamente bem. Quando a versão 16.04 do Linux Ubuntu foi lançada, encontrei o meu primeiro problema, pois esta versão do Linux Ubuntu veio com o kernel 4.4. Segundo pesquisas que realizei na época o Parallels 10 mantinha compatibilidade com o kernel versão 3. Então acabei migrando para o VirtualBox e instalei as minhas instâncias de Linux e Windows sem problemas maiores. Mas para mim, o que não estava legal neste virtualizador era a questão da performance e da falta de alguns recursos existentes no Parallels. Passaram-se alguns meses assim mesmo. Como ambiente Linux, tenho utilizando atualmente a distribuição Linux Mint 18 Sarah Cinnamon 64 bits. Estou achando fantástico este "sabor". Esta distro utiliza o kernel 4.4.0.21-generic. Com o lançamento do Parallels 12 realizada a algum tempo, resolvi novamente verificar a possibilidade de executar as minhas instâncias utilizando as últimas versões dos meus S.Os. Fiz então o upgrade da versão 10 para a versão 12. 2. Instalação do Linux Mint 18 Sarah Cinnamon 64 bits Vamos assumir aqui que você já está com o Parallels 12 devidamente instalado no seu Mac e que já fez o download da ISO do Linux ok!!! Iniciando o Parallels 12 pela primeira vez, você verá a tela Nova máquina virtual. Nesta tela, vamos escolher a opção do meio, conforme a Figura 1.1, e depois clicamos no botão Continuar (Figura 1.2). A próxima etapa é escolher qual imagem ISO será utilizada para criarmos o ambiente virtualidade. No item 1 da Figura 2, escolhi a distribuição Linux Mint 18. Depois clique no botão Continuar, conforme o item 2 da mesma figura. Na tela Nome e Local, não faço nenhuma alteração, portanto basta clicar no botão Continuar. A partir deste ponto, o Linux começa a ser carregado. Vamos aguardar até que o desktop apareça. Dependendo da configuração do seu computador, pode demorar alguns minutos. Neste ponto, o Linux já está pronto. Mas ainda não está instalado e sim em modo Live View. Precisamos agora fazer de fato a instalação. Vamos lá... Clique no icone Install Linux Mint para executar o instalador. Na primeira tela (Figura 6) do instalador, escolha o idioma preferido. Aqui escolhi a opção Português do Brasil. Depois clique no botão Continuar. A segunda tela (Figura 7) pergunta se queremos instalar os pacotes de terceiros. No meu caso, marquei o campo desta opção. Clique no botão Continuar. A terceira tela (Figura 8), pede para confirmarmos o tipo de instalação. Aqui não altero nada. Clique no botão Instalar Agora. Na sequência (Figura 9), o instalador pede que confirmemos que os dados serão instalados e que as partições serão formatadas para isto. Clique no botão Continuar. Na quarta tela (Figura 10), vamos escolher o fuzo horário, no meu caso escolhi São Paulo. Depois vamos clicar no botão Continuar. Estamos quase lá ... a quinta tela (Figura 11) destina-se a dizermos qual é o layout do seu teclado. No meu caso, vou escolher o Inglês EUA internacional com teclas mortas. Clique no botão Continuar. Chegamos na última tela (Figura 12) do instalador do Linux. Nesta tela vamos fornecer os dados da conta de usuário. Preencha com os seus dados conforme a figura. Clique no botão Continuar. Pronto!!! Agora sim a instalação começou (Figura 13). Vamos aguardar alguns minutos. Hora de tomar um bom café !! Mas ainda não terminamos :) Passados alguns minutos, será exibida a tela (Figura 14) informando que o Linux já está instalado e para reiniciarmos o nosso computador (no nosso caso, a máquina virtual). 3. Iniciando a Máquina Virtual e Instalando o Parallels Tools. Era nesta etapa que realmente eu tinha o problema na versão do Parallels 10. Para que algumas funcionalidades importantes fossem instaladas na máquina virtual, precisamos instalar este pacote. No entanto, o processo de instalação sempre dava erro pois como comentei no começo deste artigo, havia uma incompatibilidade com o kernel do Linux. Os passos seguintes demonstram o que deve ser realizado para que possamos instalar com sucesso este pacote e assim podermos usufruir de todo o potencial do Parallels. Vamos lá então. Inicialmente, você deve iniciar o Linux através do Centro de Controle do Parallels Desktop (Figura 15). Depois que o Linux estiver carregado, vamos abrir o terminal apertando a sequência Ctrl+Alt(Option)+T. Estando no terminal, precisaremos atuar em modo de administrador, para isso, digite os comandos: [crayon-58dda2586fa32246436829/] Na primeira linha, estamos mudando o tipo de usuário para o modo administrador (root). Digitamos a nossa senha, quando for pedido. Precisamos garantir que a unidade de DVD da máquina virtual esteja ejetado, para isto digitamos o comando da linha 3. Agora vamos montar o pacote do Parallels Tools. Para isso, no menu do Parallels Desktop, acesse Dispositivos > CD/DVD1 > Conectar imagem..., conforme Figura 16. Na janela de seleção de arquivos vamos em Aplicativos > Parallels Desktop > Contents > Resources > Tools e localizar a imagem ISO prl-tools-lin.so. Abra o arquivo, clicando no botão Abrir da janela. Voltando para o terminal vamos digitar a seguinte sequência de comandos: [crayon-58dda2586fa4d974038828/] Na linha 1 estamos criando a pasta cdrom que será o ponto de montagem do pacote do Parallels Tools. Na linha 2 fazemos a montagem do pacote ISO que havíamos aberto anteriormente Na linha 3, mudamos a pasta E ... finalmente, na linha 4, chamamos o instalador. Quando executarmos o instalador, aparecerá a tela de boas vindas, Figura 18. Clicamos no botão Next para iniciar o processo de compilação e instalação dos drivers necessários. O processo iniciou. Hora de tomar outro café e torcer para que tudo dê certo. Este processo demora alguns minutos apenas. Vamos aguardar :) Se tudo deu certo, hora dos rojões. Trabalho terminado. Chegamos ao final. Agora é só reiniciar a máquina virtual e aproveitar este excelente ambiente Linux + Parallels + Mac OS X. Bem pessoal, muito obrigado por chegar até aqui. Se você gostou deste artigo então divulgue-o, compartilhe-o, faça chegar a outras pessoas que também gostam computação e estão sempre a procura mais mais informação. Abraços a todos. Referências: http://kb.parallels.com/br/121370 https://teaslegourd.wordpress.com/2016/07/03/installing-linux-mint-18-cinnamon-sarah-on-macbook-pro/

Para que serve o profile no linux e no mac
Para que serve o arquivo .profile no Linux e no Mac

Estamos de volta. Neste post rápido falarei brevemente sobre o arquivo .profile muito comum de encontrarmos nos computadores com Linux ou Mac OS X. Antes de mais nada, observem que o nome do arquivo começa com um ponto. Esta é uma forma de "ocultar" ( observem que coloquei entre aspas a palavra, pois de fato o arquivo não fica oculto nada :) ). Bem, voltando... Este arquivo é muito utilizado para definirmos/setarmos alguns parâmetros que serão executados toda vez que abrimos um terminal shell nestes dois SOs que citei acima. No meu computador o .profile está com o seguinte conteúdo. [crayon-58dda258700e0910263235/] Explicando as principais linhas... Todas as linhas que começam com o caracter "#" são consideradas como comentários. Faço frequentemente isto para deixar mais organizado os meus códigos e também registrar o que estou fazendo naquela parte do arquivo. As linhas que começam com os comandos "alias" servem para criarmos "apelidos" para um determinado comando. Como podemos ver das linhas 2 até 7. As linhas 5 e 6 definem os comandos para exibir ou ocultar alguns arquivos e diretórios da visualização no Finder do Mac. Explico melhor mais a frente. A linha 7 contém as instruções que utilizo para apagar as configurações do NetBeans. Eu as executo toda vez que preciso reiniciar o NetBeans com suas configurações de "fábrica". Na linha 10 estou modificando a aparência do prompt do meu terminal. Abaixo explico melhor como fazer. Na linha 13 estou definindo os caminhos "PATH" que quero que sejam utilizados para pesquisar por comandos que estão instalados no meu computador. Na linha 16 defino qual o padrão de caracteres que utilizarei. Neste caso escolhi o UTF-8 padrão americano. Na linha 19 estou configurando a variável de ambiente do Java e indicando o diretório onde ele está instalado. Na linha 22 configuro a variável de ambiente onde estão instalados os AVDs do Android, pois tenho o Android Studio instalado no computador e também para poder utilizar os ambientes virtuais nas aplicações em Ionic por exemplo. Em resumo é isto que tenho no meu .profile. Mas quero deixar mais alguns detalhes interessantes. Assim como em outros SOs, quando estamos utilizando os gerenciadores de arquivos, os arquivos e diretórios marcados como ocultos não são exibidos. Mas muitas vezes precisamos que esta "limitação" seja resolvida. No caso do Finder - Este é o gerenciador de arquivos do Mac - para que os arquivos e diretórios ocultos sejam exibidos, precisamos digitar uma linha de comando no terminal. Para facilitar a minha vida, criei no meu .profile dois aliases que fazem este trabalho para mim. Estes aliases estão definidos nas linhas 5 e 6 acima. Então toda vez que preciso fazer com que os arquivos e diretórios ocultos apareçam, abro o terminal e digito o alias "hidden_on" e para voltar oculta-los digito o alias "hidden_off". Outra questão que altero, é o prompt do terminal. O prompt original acho muito simples e sem graça. Mas para alterar a sequência de escapes para modificar a aparência do prompt é chato e demorado. Pesquisei na internet e encontrei um site que auxilia em muito definir a sequência de escapes que podemos definir para o prompt. Caso você tenha curiosidade e queira alterar o seu prompt também. Clique neste link e veja como fazer. Com isto, alterei a aparência do meu prompt original que era assim ... Para ficar com uma nova aparência como abaixo. E o bacana é que esta configuração funciona 100% em Linux também. Pronto, é isto. Gostou? Achou interessante? Então compartilhe com outras pessoas. E não se esqueça de deixar um comentário também ok!!!. Um forte abraço. Fernando.  

Programação Java - Aula 03
Programação Java para Iniciantes – Aula 03

Estamos de volta... Nesta terceira aula de Programação Java para Iniciantes explico a questão da instalação de plugins dentro da IDE NetBeans 8.1. Os plugins são recursos adicionais que você pode instalar em uma IDE para melhorar atividades que você desenvolve no seu dia-a-dia.

Programação Java - Aula 01
Programação Java para Iniciantes – Aula 01

Nesta primeira aula, apresento o ambiente de desenvolvimento NetBeans versão 8.1 onde mostro o processo de instalação em um computador Macbook Pro.

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Programação Java para Iniciantes – Aula 02

Olá pessoal ... Nesta segunda aula de programação Java para iniciantes mostro algumas configurações interessantes do ambiente IDE NetBeans 8.1 que podem ajudar no processo de desenvolvimento de aplicações.

Programação Java - Aula 04
Programação Java para Iniciantes – Aula 04

Nesta 4ª aula mostro para vocês a instalação de 10 plugins interessantes que tenho instalado na minha IDE NetBeans 8.1.

Atom - Meus plugins favoritos
Atom – Meus plugins favoritos [atualizado]

Olá pessoal. Estive afastado do mundo do desenvolvimento durante um longo tempo por ter dedicado minha vida profissional nos últimos anos ao mundo acadêmico. Mas como a vida nos dá oportunidades de resgatarmos nossas origens, por motivos outros optei por voltar a desenvolver, coisa que sempre amei. Na busca do que seria o ambiente ideal (pelo menos para mim), uma das minhas pesquisas sobre as tecnologias atuais, acabei criando uma "listinha" do que devo estudar e me atualizar. Dentre todas elas, destaco algumas abaixo: Ionic PHP + Laravel Python RoR Angular Bootstrap NodeJS Java PhoneGap E antes que vocês me crucifiquem, sei que existem dezenas de outras tecnologias para conhecer. Mas, convenhamos que não é possível abraçar o mundo não é?? Atualmente estou estudando Ionic e tive que escolher um editor de códigos que seja dinâmico, customizável, flexível e de preferência gratuito :) Já conhecia o Sublime Text, que por si só, já adianto que é um excelente editor. Mas como sou um geminiano de carteirinha, sempre estou disponível a dar oportunidades aos outros editores. Na minha busca pelo mundão da internet encontrei algumas opções bem interessantes. São elas: Atom Vim Eclipse Netbeans Visual Studio Code Brackets Alguns deste editores/IDEs são de uso bem específicos e voltados para uma ou mais linguagens. Como é o caso do Eclipse e do Netbeans. Mas como o meu objetivo é estudar novos ambientes, pelo menos novos para mim, optei em instalar o Atom e ver como é o comportamento dele. Chegamos então ao objetivo principal deste post. Falar sobre o Atom, minhas primeiras impressões e relatar a vocês os principais temas e plugins que instalei neste editor. Vamos lá então. Instalação Como de praxe, a instalação do Atom no meu computador é muito simples. Pois como utilizo um MacBook Pro para meus trabalhos, basta acessar o site do Atom, clicar no botão de download e esperar o término. A instalação em sí, é muito trivial, basta clicar em cima do pacote para que seja descompactado o programa. Como resultado deste processo, teremos o arquivo Atom.app. É assim que os programas são chamados no Mac (extensão .app). Depois é só arrastar o Atom.app para a pasta Aplicativos e pronto. Tudo instalado e pronto para uso. Primeiras impressões Ao executar o Atom pela primeira vez, achei muito parecido com o Sublime Text. Foi um carregamento rápido e sem nenhum problema. O Atom, está basicamente dividido em 4 partes, descritas sucintamente a seguir: O menu fica na parte superior da tela onde teremos acesso a todos os comandos do editor. No lado esquerdo podemos observar o painel com a estrutura de arquivos e diretórios do projeto que você está trabalhando. Na parte inferior, vamos encontrar a barra de status com várias informações interessantes. E na parte central, que é a principal parte fica então a área de edição, onde logicamente aparecem os códigos dos seus programas. Sem novidades não é!!!! OBS: Vocês vão observar que do lado direito da tela está aparecendo o minimap. Ele não vem como padrão no Atom. Mas explicarei como instalar este recurso logo abaixo na seção de plugins. Configuração A janela de configuração do editor pode ser acessada através do clicando-se no nome do aplicativo na barra de menus e depois escolhendo-se a opção Preferences. Ao fazer isto, uma janela chamada Settings será aberta com as seguintes opções: Na opção Settings você encontrará as principais configurações do editor. Aqui vale comentar o que eu modifiquei para o meu gosto. Project Home - Aqui defino o local onde coloco meus projetos. Font Family - Posso escolher qual fonte será utilizada no editor de códigos. A minha escolha é pela fonte DejaVu Sans Mono. Font Size - Aqui você define o tamanho da fonte. Gosto de letras grandes :) Line Height - Nesta opção você pode definir a distância entre as linhas no editor de código. No meu caso, optei em deixar com o valor de 1.2. Show Indent Guide - Mostra os indicadores de indentação no editor de código. Show Invisibles - Mostra os caracteres invisíveis. Show Line Numbers - Mostra a numeração de linhas no editor. Zoom Font When Ctrl Scrolling - Esta opção permite que você altere o tamanho da fonte no editor quando utiliza o botão de Scrolling do mouse e a tecla Ctrl ao mesmo tempo. Obviamente nesta tela existem outras opções que vocês podem alterar, então é o caso de se verificar quais outras alterações cada um quer fazer. A opção Keybindings descreve todas as teclas de atalhos que já estão configuradas. Eu particularmente não altero nada nela. Mas vale a pena dar uma olhada para vocês conhecerem as teclas de atalhos e assim aumentar sua produtividade de trabalho. Na opção Packages vocês encontrarão a lista de todos os plugins que estão instalados no Atom. Aqui vale alguns comentários. Vocês verão que nesta tela os pacotes estão divididos em quatro áreas,destas explico abaixo as duas mais importantes: Community Packages - Neste grupo estão descritos os plugins que vocês instalam a mais no Atom para melhorar o desempenho com novas funcionalidades. Core Packages - Neste grupo estão relacionados os pacotes de plugins que já vem instalados no Atom por default. Nos dois casos podemos atuar modificando algumas funcionalidades dos plugins. A imagem abaixo demostra o que podemos fazer. A opção Settings permite que você faça ajustes e personalizações no plugin. A opção Uninstall permite que você desinstale o plugin. A opção Disable, faz com que o plugin seja desabilitado. Além estes botões de ações, podemos observar que a tela mostra outras informações interessantes como por exemplo: O nome do plugin - Nesta imagem representada por atom-css-comb. Na verdade, este ponto é um link que ao ser clicado nele, vocês serão redirecionados para a página do projeto do plugin, onde encontrarão muitas outras informações a respeito. Vale muito a pena a visita. A versão do plugin. A quantidade de downloads. A descrição do plugin. O nome do autor. Na opção Themes vocês poderão fazer duas coisas distintas: Definir o tema que quer utilizar Ter a relação dos temas instalados e poder modificar alguns parâmetros dos mesmos, além de poder também desinstala-los. Você poderá perceber que esta área também está dividida em Community Themes - que são os temas que você instalou a mais e os Core Themes - que são os temas que já vem pré-instalados. A opção Updates contém uma forma fácil para verificar se existem plugins e temas mais novos e assim fazer as suas respectivas atualizações. Por último, temos a opção Install. É nesta opção que a brincadeira acontece, pois aqui poderemos instalar novos plugins e temas no Atom. A imagem abaixo, você encontrará o campo que deve ser utilizado para localizar um novo plugin ou tema que você deseja instalar. Digite o nome do plugin ou do tema no campo e clique em um dos botões, Packages para escolher um plugin ou Themes para temas. Feito isto, você terá a relação de plugins localizados. Basta escolher o que lhe interessa e clicar no botão Install para que o próprio Atom faça o download e instalação de forma automática. A área Featured Packages que aparece como default da janela é a lista dos plugins mais procurados pelos usuário do Atom. Temas Quando se fala de temas de um determinado ambiente de desenvolvimento, estamos falando de algo pessoal. E cada um tem os seus preferidos. Pensando nisto, não vou debater esta questão para não polemizar. Apenas vou relacionar os temas que tenho instalado no meu Atom e deixar os links para que cada um possa acessar as páginas dos autores e assim cada um escolhe os que melhor lhes agradar. atom-material-syntax atom-material-ui gruvbox-plus-syntax monokai seti-ui Plugins Assim como nos temas, os plugins também é uma questão de gosto pessoal e de necessidade profissional, o qual está na maioria das vezes relacionado com as tecnologias e linguagens que vocês trabalharão. Deixarei a lista dos plugins que tenho instalado no meu Atom com suas respectivas descrições e também os links das páginas dos mesmos. Vamos lá então. atom-ccs-comb - Utilizado para formatar o código CSS (LESS|SASS|SCSS). atom-typescript - Este plugin é para aqueles desenvolvedores JavaScript que vão trabalhar com arquivos .ts. Entre as funções estão: Autocomplete; Análise de erros em tempo real; Informações no momento da digitação do código; entre outras. auto-update-packages - Utilizado para manter os pacotes de plugins atualizados. autocomplete-modules - Faz o autocomplete quando estamos escrevendo as instruções require e import. color-picker- Mostra uma determinada cor quando clicamos com Cmd-Shift-C (Mac) ou Ctrl-Shift-C (Win/Linux). Muito útil para código CSS. docblockbr - Este plugin ajuda muito na geração de documentação do seu código. file-icons - Altera os icones que aparecem na janela a esquerda do Atom. Deixa muito mais bonito e facilita a identificação visual dos tipos de arquivos de um projeto. git-plus - Permite interagir com o GitHub sem precisar utilizar o terminal de comandos. highlight-selected - Seleciona todas as palavras iguais quando damos um clique duplo sobre uma palavra. Muito útil quando precisamos rapidamente alterar vários trechos iguais no código. javascript-snippets - Completa com trechos de códigos (snippets) de JavaScript e NodeJS. para ver como funciona, comece a digitar um comando JavaScript ou NodeJS e aperte a tecla  Tab que o plugin completa o código para você. linter - Auxilia o desenvolvedor indicando pontos de possíveis erros de codificação na mesma hora que você está codando. minimap - Instala e ativa um pequeno mapa do código no lado direito do Atom. Mas podemos move-la para o lado esquerdo se quisermos. pigments - Mostra as cores quando estamos definidos marcações em códigos CSS. simple-drag-drop-text - Este plugin permite movermos facilmente um bloco de código de um ponto a outro dentro do editor. terminal-plus - Instala novas features no terminal de dentro do Atom. Seguindo a ideia de sempre passar mais informações para todos que estão me seguindo, descrevo mais alguns plugins interessantes indicados pelo Cassio Cardoso. emmet - Facilita o autocomplete de tags HTML, agilizando a digitação e diminuindo a repetitividade. markdown-preview-plus - Possibilidade de pré-visualizar o Markdown dentro do Atom mesmo. sync-settings - Salva as configs do Atom em um Gist e facilita a sincronização de plugins e temas entre diferentes computadores. minimap-cursorline - Mostra a linha corrente no minimap. minimap-git-diff - Mostra as diferenças entre o código atual e o código armazenado no GitHub. minimap-highlight-selected - Mostra em destaque no minimap as palavras selecionadas no editor de código. Conclusão: Bem, até o momento estou gostando muito da experiência no uso do Atom. Ele tem bastante recursos, é leve e flexível. Até o momento que estou escrevendo este texto, no site do Atom existem disponíveis 4.749 pacotes de plugins e 1.589 pacotes de temas. Ou seja, tem bastante coisa para testarmos não é!!! E você?? Qual o seu editor preferido, quais são os seus temas e plugins que mais lhes agradam e que fazem ser mais produtivos?? Uma abração em todos. Fernando.

instalando-o-nginx-no-mac-os-x
Instalando o Nginx no Mac OS X

Todo mundo sabe que o Apache é um dos servidores Web mais utilizados do mundo, se não o mais utilizado. Pois bem, mas nem tudo são flores. O Apache é process-based, ou seja baseado em processos, o que torna muitas vezes mais lento do o nginx que é event-driven. Mas vamos com calma, não quero polemizar aqui. O nginx é tão bom quanto o Apache mas é muito mais leve e rápido. Outra questão que não pode ser deixada de lado é a facilidade que o nginx tem em relação a sua configuração e a escalabilidade. Existem dezenas de artigos e benchmarks disponíveis por aí. É só googlar um pouco que você encontra defensores de um e defensores do outro. Além do que, a escolha do seu HTTPD Server também é muito pessoal, não é? Apenas para colocar um pouco de pimenta no artigo, os dois gráficos abaixo, demonstram claramente a melhor performance do nginx sobre o Apache 2.4.1.  Além do que, eu acho mais fácil configurar o nginx do que o Apache. Mas este artigo não se trata de um mero combate entre estes dois gigantes e sim, qual é o passo a passo para instalar o nginx no Mac. Então sem mais delongas, vamos ao que interessa. Primeiramente, é importante que todos entendam de que até o presente momento não existe um pacote já devidamente preparado para instalar o nginx no Mac, como ocorre com a grande maioria dos programa para este ecossistema. Então a primeira coisa a fazer é instalarmos o Homebrew. O Homebrew, para quem não conhece consiste em um fork de vários programas do Linux que são preparados e modificados para rodarem no Mac OS X. Para instalar o Homebrew, abra o terminal do Mac e digite a seguinte instrução. /usr/bin/ruby -e "$(curl -fsSL https://raw.githubusercontent.com/Homebrew/install/master/install)" A tela abaixo mostra o processo de instalação iniciado. Após digitado a linha de comando acima, serão exibidas algumas informações e solicitado a sua senha. Então digite-a e aguarde a instalação. A instalação em si, é um processo tranquilo e rápido. Terminada a instalação do Homebrew, vamos passar a instalação do nginx propriamente dito. Antes porém, precisamos verificar se o Apache está em funcionamento e se for o caso, vamos pará-lopara que ao instalar o nginx e startá-lo não ocorra conflito no uso da porta 80. Muito embora, a porta default do nginx é a 8080. Para pararmos o Apache, digite a seguinte linha no terminal. sudo apachectl stop Se por acaso, após digitado o comando acima aparecer a seguinte mensagem, don't worry. O servidor Apache já estava parado. Vamos em frente ... Agora vamos utilizar o Brew para instalar o nginx no nosso Mac. Para isso, digite a seguinte instrução no terminal. brew install nginx A beleza do processo é que o Brew já verifica a necessidade de dependências e já instala-as automaticamente sem que precisemos esquentar a nossa cabeça com isso. No meu caso, percebam que foi detectado a necessidade de instalar a biblioteca openssl para que fossem gerados os certificados para uso do servidor nginx. Além de baixar a biblioteca openssl, o próprio Brew já fez as gerações dos arquivos necessários para mim. Além deste pacote, perceba na imagem abaixo que também foi instalado o pacote pcre. Somente depois das dependências instaladas, é que o brew faz a instalação do nginx. Veja a imagem abaixo. Pronto, tudo instalado simples e rápido. É bom comentar que no caso do Apache, as páginas devem ser hospedadas no diretório /Library/WebServer/Documents, mas no caso do nginx as páginas devem ser hospedadas no diretório /usr/local/var/www, como podemos ver na imagem acima no item DocRoot. Também vale comentar mais duas coisas ... A primeira é que para ajustarmos a configuração do nginx, basta editarmos o arquivo nginx.conf que está no diretório /usr/local/etc/nginx. A segunda coisa, como já havia dito, é que a porta padrão que o nginx escuta as requisições é a 8080. Para iniciarmos/pararmos o servidor nginx, devemos digitar o seguinte comando no terminal. brew services start nginx E para encerrar o servidor, utilize o seguinte comando no terminal. brew services stop nginx Para testarmos se o nginx está rodando no seu computador, abre o seu navegador preferido e digite o seguinte no campo de endereço. http://localhost:8080 Se aparecer a imagem abaixo, é hora de tomar um café para comemorar :) Bem, pessoal chegamos ao final deste artigo. Espero que tenham gostado. Se sim, não se esqueçam de dar um like e compartilhe com seus colegas e amigos. Abração.   Referências: [1] Homebrew - Disponível em: <http://brew.sh>. Acesso em: 13 set de 2016. [2] nginx - Disponível em: <https://nginx.org>. Acesso em: 13 set de 2016.        

meus-apps-preferidos-no-mac
Meus Apps Preferidos no Mac

Atualmente em nossa vida tão digital, utilizamos um conjunto de programas e Apps que nos permitem sermos mais produtivos. Dependendo da área de atuação de cada um, este conjunto de programas pode variar muito. Também, outro fator que nos faz selecionarmos um grupo específico daqueles programas que nos são tão necessários está relacionado ao tipo de plataforma que utilizamos. É fato que muitos dos programas atuais estão disponíveis para plataformas diferentes. Estamos falando aqui dos três principais ecossistemas atuais, o Windows, o Mac OS X e o Linux. Os Apps preferidos que utilizo no meu computador pessoal e que me permitem ser mais produtivo no desenvolvimento das minhas várias tarefas são estes que estão relacionados abaixo. Muitos deles já são amplamente conhecidos por todos nós. Outros são comuns apenas no ecossistema da Apple e dentre estes existem várias opções para os outros sistemas operacionais. A questão é saber escolher aqueles que melhor lhes atenderão dentro da questão custo/benefício, não é verdade!! Veja abaixo a minha seleção e deixe nos comentários quais são os seus Apps preferidos!!!! 1. Produtividade Reeder 3(¹) - Para leitura dos meus feeds RSS. Parallels Desktop 12(¹) - Utilizo para os meus ambientes virtualizados Linux Mint 18 e Windows 10. CleanMyMac 3(¹) - Este aplicativo é essencial para a limpeza e manuteção dos lixos do meu SSD/HD. 1Password(¹) - Um fantástico app para guardar minhas senhas de tudo. Também tenho este aplicativo nos meus iDevices e no Android. Tudo sincronizado e atualizado. Evernote(¹,²) - Aplicativo que dispensa muitas explicações. Excelente para anotações tanto no Desktop quanto nos iDevices. 2. Clouds Dropbox(²) - Utilizo para manter meus backups nas nuvens. Google Drive(²) - Também utilizado para manter meus backups nas nuvens. 3. Edição e Tratamento de Imagens Adobe Photoshop CS(¹) - Tratamento de Imagens. Adobe Lightroom CS(¹) - Tratamento de Imagens. Google Nik Collection(²) - Excelente coleção de plugins que utilizo nas editoções de imagens e fotografias. E que agora é gratuito :). Skitch(¹,²) - Utilizo este pequeno programa para adicionar anotações nas imagens que utilizo aqui no portal e também para as minhas aulas. 4. Desenvolvimento Xcode(²) - Excelente ambiente para desenvolvimento de aplicações para o ecossistema da Apple. Android Studio(²) - Outro ambiente muito bom para desenvolver aplicações para Android. Atom(²) - Meu editor preferido para códigos. Netbeans 8.1(²) - Para desenvolvimento de aplicações Java. GitHub Desktop(²) - Este app é utilizado para fazer a gestão dos repositórios dos meus projetos. PHPStorm(¹) - Excelente editor para se trabalhar com PHP. MySQLWorkbench(²) - Me permite fazer a gestão dos meus bancos de dados MySQL. 5. Servidores Apache(²) - Servidor de páginas web. Já vem instalado no Mac OS x. Nginx(²) - Outro servidor de páginas web muito versátil e mais leve do que o Apache. MySQL(²) - Servidor de banco de dados. 6. Escritório/Office Office 365(¹) - Ecossistema da Microsoft contendo Word, Excel, PowerPoint, OneNotes e Outlook. Pages(¹) - Esta é a versão da Apple compatível com o Word da MS. Keynote(¹) - Equivalente ao PowerPoint da MS. Numbers(¹) - Equivalente ao Excel da MS. 7. Redes Sociais e Comunicação Twitter(²) Telegram(²) WhatsApp(²) Skype(²) Hangout(²) 8. Áudio e Vídeo Spotify(²) - Por que música é essencial para o nosso dia a dia. iMovie(¹) - Utilizado para fazer as edições dos meus vídeos. Cantasia 2(¹) - Excelente app para captura e edição de vídeos. 9. Utilitários Better Rename 9(¹) - Utilizado para renomear arquivos em lote. Gemini(¹) - Este utilitário é excelente. Utilizo para localizar arquivos repetidos e assim economizar um bom espaço do nosso SSD/HD. Amphetamine(²) - Existem alguns momentos que não podemos deixar nosso computador entrar em modo de descanso. Este app me permite manter o computador 100% em funcionamento. The Unarchiver(²) - Para descompactar arquivos ZIP, TAR, RAR entre outros formatos. Sync Folders Pro(¹) - Utilizado para fazer backups do meu SSD nos meus HDs externos. Yummy FTP Pro(¹) - Meu cliente de FTP/SFTP. 10. Autoria/Blogger Blogo(¹) - Este app me permite escrever meus artigos nos meus blogs sem que eu precise acessar a internet. Posso trabalhar off-line e quando for o caso, faço o uploads dos artigos para os sites. Wordpress(¹) - Agora o Wordpress também tem seu próprio programa para edição de textos para os seus blogs. O bacana é que existem versões para Windows, Linux, Mac OS X, iOS e Android. 11. Browsers Safari(²) Chrome(²) Firefox(²) OBS: Os apps com (¹) são softwares pagos ou que exijam assinatura mensal para que possamos utilizá-los. Os apps com (²)são gratuítos para uso pessoal e/ou comercial. Já a indicação (¹,²) significa que existem versões  gratuítas e pagas. As gratuítas muitas vezes são 100% funcionais mas com alguns recursos a menos do que as versões pagas. Bem pessoal, estes são os meus apps preferidos no meu Mac. Obviamente, não estão nesta lista os programas nativos do ecossistema da Apple como o Mail, Contatos, Lembretes, Fotos, Mensagens, iTunes, App Store, entre tantos outros. Mas todos são utilizados para seus respectivos objetivos. E você??? Quais são seus apps favoritos?? Deixe ai nos comentários. Gostou do artigo? Então não se esqueça de dar um like e compartilhe com seus amigos. Abração a todos e até o próximo post :)